sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Bobagem 4 - O Papa Pio XII era nazista...

Que bobagem!!! Vejam a verdade desmascarada pelos judeus.

Um historiador judeu defende Pio XII

Em um artigo publicado no diário italiano L’Avvenire, o destacado historiador judeu David G. Dalin, afirma que a verdadeira história deixa em evidência que o Papa Pio XII foi um aceso defensor dos judeus e um crítico do nazismo, e aqueles que o criticam do contrário são ex-sacerdotes ou ex-católicos que têm “contas pendentes” doutrinais com o Papa Pacelli.

No artigo intitulado “Eu, judeu por Pio XII”, Dalin afirma que “Qualquer leitura honesta e completa das fontes demonstra que o Pontífice foi um tenaz crítico do nazismo”; e indica que “estranhamente todos aqueles que o caluniam são ex-sacerdotes ou cristãos afastados da Igreja, mas novos documentos provam que o Führer desconfiava da Santa Sé precisamente porque escondia os rabinos”.

O artigo do historiador surge a raiz de que nos últimos 18 meses foram publicados 9 livros sobre Pio XII, dos quase 4 são em defesa do Papa e 2 se ocupam dele somente no interior de um amplo ataque contra o catolicismo.

“Apesar disso, são os livros que caluniam o Papa os que receberam maior atenção da imprensa, particularmente 'O Papa de Hitler', um livro amplamente comentado e lançado no mercado”, diz Dalin, para quem “curiosamente, quase todos aqueles que hoje se encontram nesta linha –desde os ex-seminaristas John Cornwell e Garry Wills, até o ex-sacerdote James Carroll- são católicos o saídos da Igreja ou críticos em sua relação com ela”.

Ao contrário, segundo o historiador, “para os líderes judeus de uma geração precedente à campanha contra Pio XII teria sido a causa de uma enorme surpresa. Durante e depois da guerra muitos judeus famosos -Albert Einstein, Golda Meir, Moshe Sharett, o rabino Isaac Herzog e muitos outros- expressaram publicamente sua gratidão a Pio XII”.

O historiador judeu cita inclusive a obra “Three Popes and the Jews”, do diplomático judeu Pinchas Lapide, cônsul israelense em Milão, segundo o qual Pio XII salvou co certeza a vida de 700.000 hebreus, e provavelmente chegou a salvar até 860.000 da maquinaria assassina dos nazistas.

Por isso, o historiador afirma que “transformar Pio XII em um alvo para nosso desdém moral contra o nazismo e colocar o catolicismo entre as instituições deslegitimizadas pelo horror do Holocausto significa trair a tarefa de compreender a história”.

“Quase nenhum dos livros sobre Pio XII e o Holocausto se referem realmente a Pio XII e o Holocausto –diz Dalin-. O verdadeiro tema costuma ser uma discussão interna do catolicismo sobre o sentido da Igreja hoje, onde o Holocausto se converte simplesmente no garrote mais grosso com o qual os católicos progressistas podem dispor para usá-lo como arma”.

Para Dalin, o debate sobre o futuro do papado não é um tema no qual os não cristãos deveriam se meter; entretanto, opina que “os judeus, além de seus sentimentos para com a Igreja Católica, têm o dever moral de refutar toda tentativa de instrumentalizar o Holocausto e de usa-lo de maneira partidária no interior de tal debate. E isto particularmente quando tal intento denigre os testemunhos dos sobreviventes do Holocausto e estende às pessoas erradas a condenação que corresponde a Hitler e os nazistas”.

Dalin oferece então o testemunho de numerosas figuras judaicas da Europa e Estados Unidos que hoje se opõem definitivamente ao ato de denegrir que alguns irmão de religião fazem a Pio XII, entre eles Sir Martin Gilbert, Michael Tagliacozzo –máxima autoridade da comunidade hebraica de Roma sobre o holocausto- e Richard Breitman –único historiador com acesso aos arquivos secretos norte-americanos- e especialmente o próprio Lapide.

Por isso, o historiador conclui que “uma séria investigação sobre Pio XII chegaria, acredito, a conclusões exatamente opostas às de Cornwell: Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o Papa que sustentou os judeus mais de perto e no momento em que aquilo era verdadeiramente importante”.

Fonte: ACI

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Bobagem 3 - "Solas" protestantes

OS TRÊS "SOLA" DO PROTESTANTISMO
É aqui que entram as famosas premissas de Lutero.
Os três "sola":
Sola Scriptura, Sola Fide e Sola Gratia.
E está pronto e pavimentado o caminho da perdição.
Então precisamos logo desfazer essas mentiras que sustentam todas as heresias e seitas derivadas do blasfemo Lutero:
A) Sola Scriptura -
É tão grotesca mentira, que apenas a leitura da Bíblia, já a derruba:
Jo 20,30 e Jo 21,25.
E fica ainda mais claro, quando comparamos com outras passagens como a promessa do Paráclito (Jo 14,16.26; 15,26; 16,7.13...) e seu efetivo derramamento(At-2):
Para que precisaríamos do Espírito Santo, se tudo já está na Bíblia?
O que Ele viria ensinar, se tudo já foi ESCRITO?
Além disso a Bíblia não caiu pronta do Céu. É uma síntese da pregação dos Apóstolos.
Se não fosse a Igreja Católica, com seus monges a copiarem manualmente as Escrituras durante 1.500 anos, onde estaria a Bíblia?
Se ela fosse suficiente, como saberíamos a lista dos livros canônicos, se ela não traz a lista deles?
Acho que para qualquer pessoa de mediana inteligência, já é o suficiente para entender que a TRADIÇÃO APOSTÓLICA é indispensável para o entendimento da Palavra de Deus.
Fonte: DEMAPRO

sábado, 16 de janeiro de 2010

Bobagem 2 - Símbolos manonicos...

A explicação é simples:
Muito antes de serem prédios pertencentes ao Vaticano, muitos desse eram palácios do império Romano, que era pagão.
Mas então, porque a Igreja não remove esses símbolos pagãos?
Porque muitos desses prédios são patrimônio histórico da humanidade. Mesmo que a Igreja quisesse, não poderia alterar uma unica pintura, no teto ou piso desses prédios.
Mas eu gostria de abrir um parentese aqui, referente a dois símbolos legítimamente cristãos, difamados pela boca blasfemadora da versão lusitana do "Pedir Mais cedo":
As letras IHS simbolizam e expressão "Jesus Salvador dos Homens", em latin, e não tem relação alguma com o paganismo:
"I" (Iesus), "H" (Hominum), "S" (Salvator)

O pelicano é um dos símbolos utilizados pelos cristãos primitivos para o cristo, pois a ave doa a própria carne e sangue para salvar os filhotes da fome, em períodos de escasses de alimentos:

É sintomático, que aqueles que negam a presença real do Cristo na eucaristia, negando assim o próprio evangélio, tentem transformar esse símbolo em um símbolo satânico. Peça ao imbecil em questão que mostre esse símbolo sendo usado por satanistas...
Gostaria de finalizar fazendo o seguinte questionamento:
A premissa inicial de qualquer culto religioso é a crença na divindade cultuada.
A suposição de que a Igreja realize culto a "deuses" pagãos é de uma imbecilidade ímpar, porque tais cultos não teríam valor algum se quem os realizasse não acreditasse em tais divindades.
Ora, todo católico tem a plena convicção que está adorando ao Cristo, no altar.
Nenhum católico sai de casa aos domingos acreditando se dirigir a um culto ao "deus" Órus, Ísis, Apolo, ou muito menos ao diabo.
Mas para o prostestantismo, que não se ouvida de negar a própria palavra de Deus para assim negar também a Igreja, tal imbecilidade é perfeitamente aceitável.
Enfim, não dá pra pensar em protestantismo sem pensar em imbecilidades como essa.
Cai a farsa.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Bobagem 1 - O obelisco do Vaticano

Quanto ao obelisco da Praça de São Pedro, devo dizer-lhe que, sobre ele, foi colocada uma cruz contendo uma relíquia da verdadeira Cruz de Cristo.

Isto foi feito assim para simbolizar o triunfo do Cristianismo sobre o paganismo. Há mesmo, na base desse obelisco, palavras do exorcismo contra os demônios. O Papa concede indulgência a quem reza para a Cruz Vitoriosa, que está fincada como vitoriosa sobre o obelisco pagão.

Entretanto, como a colocação desse obelisco foi feita no tempo do Renascimento, e conhecendo como o paganismo tinha então se infiltrado na Igreja, e especialmente no Vaticano de Sisto V, dos Médicis, e dos Borgias, não seria de espantar -- é até bastante provável -- que algum "humanista" pagão tivesse tido a intenção de colocar, na praça de São Pedro, um símbolo pagão e obsceno. Graças a Deus, porém, a colocação da relíquia da Verdadeira Cruz de Cristo no alto do obelisco exorciza esse objeto de qualquer influência maléfica.

Mas, o que se deve cultuar lá é Cruz de Cristo vitoriosa, e jamais o obelisco e, muito menos, o que ele simboliza.

Fonte: Site Montfort